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Como fazer um Pentest




A evolução da tecnologia permitiu o surgimento de novas empresas e a transformação de ideias em modelos de negócio que podem valer milhões de reais. 

Ao mesmo tempo, a quantidade de possíveis alvos para ataques cibernéticos aumentaram na mesma proporção.

É por isso que se tornou comum e, em alguns casos, até mesmo uma obrigação legal, testar o ambiente tecnológico das empresas para tentar encontrar vulnerabilidades.

Vulnerabilidades são falhas na construção de uma tecnologia que permitem acessos indevidos aos sistemas, softwares e redes utilizadas por uma empresa para o desenvolvimento das suas atividades. 

Essas vulnerabilidades podem ser exploradas por cibercriminosos causando incontáveis prejuízos, por isso é importante detectar e corrigir estas falhas o mais rápido possível.

Os testes de segurança, também chamados de pentest, normalmente são realizados por profissionais de cibersegurança e em geral seguem essas etapas:

  1. Planejamento e reconhecimento: este passo consiste em definir quais serão os alvos testados, os objetivos do teste e qual modalidade adotada – black, white ou gray box.

    Pentest Black Box: simula um ataque cibernético sem nenhuma informação prévia do alvo, como um cibercriminoso faria. O teste deve ser iniciado a partir das informações disponíveis para qualquer pessoa em locais públicos, como a Internet.

    Pentest White Box: informações relevantes sobre o ambiente tecnológico da empresa são consideradas para o teste, por exemplo, acesso aos sistemas, código fonte, etc.

    Pentest Grey Box: é uma alternativa que considera apenas algumas informações, por exemplo, URLs utilizadas e endereços de IP.
     
  2. Coleta de informações: definido o escopo e a modalidade do teste, neste passo informações adicionais sobre o alvo serão procuradas com o objetivo de testar diversas alternativas possíveis para os ataques. 
  3. Análise de varredura: em posse das informações encontradas sobre o alvo, a próxima etapa consiste em efetivamente tentar identificar e aproveitar as vulnerabilidades que possam ter sido encontradas. 
  4. Exploração: uma vez que o acesso aos softwares, sistemas e redes da empresa foi conseguido, a simulação do ataque continua para avaliar qual a extensão das vulnerabilidades. Ou seja, se a partir da falha inicial é possível obter acesso a outras partes do ambiente tecnológico da empresa.
  5. Documentação e relatório: a conclusão do teste acontece com a documentação de todas as vulnerabilidades identificadas, seu grau de criticidade e um plano de ação para correção das falhas.

Empresas como Zoom, Google e Facebook contratam os melhores profissionais em cibersegurança para analisar seus ambientes tecnológicos.

O principal motivo para isso é que estes profissionais investiram inúmeras horas em treinamentos e capacitações para se manterem atualizados sobre as mais recentes ameaças, além de lidarem com ataques cibernéticos reais frequentemente no seu dia-a-dia. 

Outro motivo, é o crescimento da quantidade de ataques. Apenas em 2021, houve um aumento de 63% no número de ataques cibernéticos em relação a 2020, principalmente porque a pandemia de COVID-19 obrigou que diversos serviços migrassem para ambientes digitais. 

A HackerSec realiza testes de vulnerabilidade há mais de 10 anos, com um time altamente capacitado e que já ajudou a melhorar a cibersegurança de empresas dos mais variados tamanhos e setores. 

Além disso, oferece a capacitação profissional necessária para quem quer atuar nessa área. Partindo do básico, a HackerSec oferece uma plataforma completa de ensino teórico e prático com diversas tecnologias que te preparam para lidar com as mais diversas situações do dia-a-dia.




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